Tinha um vão entre uma arte e outra, que não era acobertado por cameras, e ali eu joguei ele na parede e comecei a beija-lo.
- Amor aqui não.
- Ah é, puritano?
Desci ate o chão, abri sua calça e coloquei sua rola na minha boca bem gostoso.
- Agora pede pra parar.
- Não, continua.
E ele puxava meu cabelo enquanto eu o chupava bem gostoso. Levantei e o beijei.
- Pronto, agora podemos ir.
- Podemos não.
Ele me jogou contra a parede de costas pra ele, puxava meu cabelo e fudeu meu cuzinho maravilhosamente.
- Ué você não queria parar?
- Cala a boca vadia.
Agora sim , eu estava com o homem que escolhi pra casar. Eu gemia e ele tampava minha boca, aquilo me dava ainda mais tesão, virei de frente e ele meteu na minha bucetinha, eu ia ao delirio, a emoção de pensar que poderia aparecer alguem e nós irmos presos por atentado ao pudor era muito grande.
Se bem que nao seria má ideia, eu iria dar pros policiais, certo. Imagina, nós dois dentro da viatura, eu saio para conversar com o policial e ele me da um tapa na cara e diz:
-Cala a boca vadia.
- É assim que eu gosto.
E eu começo a me esfregar nele, com as mãos algemadas para tras, ele tira a rola pra fora eu começo a chupar, me coloca de quatro no capô da viatura e me mete gostoso enquanto estou algemada, observo que meu noivo esta la dentro observando, com certeza ele esta de pau duro, se não tivesse algemado estaria se masturbando.
Depois disso o policial tira minhas algemas, e tira meu noivo de dentro do carro, tira suas algemas e nos deixa ir.
- Amor voce é demais.
- Eu tenho a arma mais poderosa do mundo, não preciso de pistola.
Gozeiiiiiiiiii, meu noivo se vestiu correndo com medo que aparecesse alguem, saimos discretamente como se nada tivesse acontecido.
Ao passar pela guarita do museu o guardinha estava se masturbando.
Amei a visita, e conhecer um pouco mais sobre a historia da minha cidade.

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