terça-feira, 19 de setembro de 2017

O tio do meu colega

Eu tinha 9 anos, tinha um colega, eu sempre brincava na casa dele depois da aula. Um dia estávamos brincando de casinha, de baixo da mesa da cozinha. Colocamos um lençol bem grande para fazer as paredes. Lá dentro organizei cozinha, sala, quarto. Meu colega fingia ser meu marido e saiu para trabalhar, enquanto eu ficava na “casa” arrumando as coisas.
O tio do meu colega precisava estudar e se sentou na mesa. Eu brincava normalmente, quando percebi  que ele estava colocando o pau pra fora, ali de baixo da mesa, pensei, será que ele não percebeu que estou aqui? Nossa, que coisa grande. Eu só havia visto aquilo nos livros do colégio.
Achei melhor avisar.
- Tio estou brincando aqui embaixo, quer que eu saia pro senhor continuar a fazer o que está fazendo?
- Por mim pode ficar. Se não se importar vou continuar.
- Ta bom.
Continuei brincando, mas não parava de olhar praquela coisa. Cheguei bem perto, e peguei. Ele pegou minha mão, e me fez ficar apertando, subindo e descendo minha mão naquilo. Eu não sabia o que eu estava fazendo, mas era tão quentinho. O tio se levantou, pensei que eu estivesse fazendo algo errado e tive medo.
Meu colega estava no quarto jogando vídeo game e nem se lembrava de mim. O tio voltou e trancou a porta da cozinha. Ele me pediu pra ficar de pé na sua frente. E tirou minha roupa, ele me dava carinho. Sua mão deslizava pelo meu corpo, no meu bumbum. Comecei a molhar minha pepequinha, tive a impressão que fiz xixi e fiquei muito sem graça, ele disse pra eu não me preocupar.
Ele me colocou deitava na mesa, e bebeu o meu xixi. Ele passava sua língua, colocava ela toda dentro da minha pepequinha, e eu me mijava ainda mais. Mas aquilo era tão bom. Enquanto me chupava, sua mão passava pelo meu corpo, depois ele veio e passou toda a sua língua pelo meu corpo, eu não sei o que estava sentindo. Só sei que era muito bom.
Alguém bateu na porta. Ele perguntou quem era. Era meu colega, ele me pediu pra ficar ali quetinha, e abriu a porta. Meu colega entrou e me viu daquele jeito. Tive vengonha. Mas o tio disse que ia ensinar uma coisa pra ele. Nisso o tio voltou e me chupar. E meu colega ficou olhando. Algo no seu short foi crescendo. O tio disse pra ele tirar a roupa e continuou me chupando.
Meu colega estava com o pinto duro, era menor que o do tio, mas mesmo assim ainda era grande. O tio também tirou a roupa estávamos os três pelados ali na cozinha. Meu colega beijou minha boca, eu nunca tinha beijado um garoto antes. Acho que nessa altura eu já tinha mijado umas 3 vezes. O tio me chupava e colocou o dentro de mim, doeu um pouco, mas foi  uma dor boa, gostosa. O tio me disse pra fazer com meu colega o mesmo que fiz com ele, e peguei o pinto dele e também massageava, pra baixo e pra cima.
Meu colega continuava me beijando. E eu estava gostando muito. O tio falou pro meu colega colocar o pinto na minha pepequinha... Como aquilo era bom, o tio me beijou e continuava me dando carinho enquanto meu colega, colocava o piupiu dentro de mim. Eu não entendia o por que que eu estava tão molhada. Isso me deixava com vergonha. Eu não sabia ao certo o que estava acontecendo, se aquilo era certo ou errado, eu só sabia que era muito bom.
Meu colega mijou dentro de mim, ficou muito sem jeito. O tio disse que era normal, pra ficarmos tranquilos, me perguntou se ele também poderia colocar o piu piu dentro de mim, falei que sim, já que aquilo era tão bom, eu queria mais. O dele era muito maior, doeu um pouco, no começo. Penso que me machucou, por que sangrou mas ele disse que era normal. Depois foi ficando tão bom. Ele abria minha pernas, e colocava tudo pra dentro, bem devagar. Depois foi ficando mais rápido. Eu comecei  a sentir vontade de gritar, mas não era de dor, era de algo bom. E ele colocou o pra fora e mijou na chão. Um mijo grosso, branco, diferente do normal. Não entendi. Mas confesso que gostei muito.
Ele me deu uma toalha para tomar um banho e disse que aquele era nosso segredo, que guardei até hoje. 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Hostel



A chegada em São Paulo foi ótima. Chamamos um uber e seguimos direto para o hostel.
No hostel não tinha quarto individual disponível, tivemos que dormir num quarto com 8 pessoas. E pra variar todos homens.
Meu namorado já disse no pé do meu ouvido que não dormiria na beliche, iria dormir comigo. Ok, por mim.
Deitamos, os outros guris já estavam dormindo. O quarto estava bem escuro, só entrava um feixe de luz pela janela, era a luz da lua, era noite de lua cheia.
Ele me abraçou, tentamos dormir pra respeitar os guris. De repente comecei a sentir sua rola dura atrás de mim. Mesmo depois da primeira no aeroporto, tivemos que começar de novo.
Tirei a calcinha, sentia sua rola no meio das minhas pernas, eu já estava toda molhada quando ele me penetrou deliciosamente, não me contive, entrei debaixo das cobertas e comecei a chupa-lo, logo as cobertas caíram e me esqueci que estava num quarto com mais seis pessoas.
Estava eu nua de , de quatro, por cima dele o chupando, e como estava escuro nem sei se tinha alguém me vendo. Ele gozou na minha boca e foi ao banheiro se lavar, ao deitar na minha cama, escutei :
- Eh isso ai loira.
Fiquei sem graça, meu namorado demorou pra voltar e o cara desceu da cama de cima da beliche e me chupou, sua língua deslizava pelo meu clitóris me fazendo ir ao delírio. Gozei loucamente, ele voltou e deitou na sua cama. Meu namorado voltou, vestiu uma roupa e disse que iria sair pra tomar uma cerveja e fumar um cigarro. Me convidou, eu disse que estava indisposta. Ele foi.
Deitei nua na cama, sem nenhuma coberta por cima de mim, os outros perceberam que ele não voltaria tão cedo, o primeiro voltou e colocou sua rola dura na minha boca, o segundo veio e começou a beijar todo o meu corpo branco, com meu bronzeado exposto, o terceiro chupou minha bucetinha, meu clitóris estava muito inchado e o quarto chupava o meu cuzinho. Eu estava no paraíso o harém.
Colocamos o colchão no chão, o primeiro se deitou no colchão e eu sentei na rola dele deliciosamente, que rola grossa e deliciosa, o quinto me deu sua rola pra eu chupar, o terceiro penetrou também na minha bucetinha e eu tive a dupla penetração que eu nunca experimentei na minha vida. Gozei loucamente, muitiplas e múltiplas sensações. Os três gozaram na minha boca, engoli tudo, e se deitaram. O segundo se deitou no colchão, eu estava exausta, mas precisava ver esses homens satisfeitos e sentei naquela rola grossa e negra. O quarto penetrou no meu cuzinho e eu gemia, gritava, delirava, naquele momento já não definia se o que eu sentia era tesão ou dor, o quarto gozou dentro do meu cuzinho e o segundo no meu corpo, meu deu um banho de porra. Se deitaram e eu fui tomar um banho.
Voltei pra cama e fui me deitar, ao amanhecer, meu namorado chegou tribêbado, me colocou de quatro na cama e meteu forte na minha bucetinha que já estava toda molhada de novo, eu me tocava e mebasturbava enquanto ele me fudia, depois ele meteu no meu cuzinho e gozou litros. Eu estava exausta. Dormimos até as 22 hrs e fomos a um bar tomar umas. Os outros guris, os seis, saíram logo cedo, e eu nem pude me despedir.  

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Diga sim a Ela



Então, ele colocou no antigo toca-discos um LP que há tempos estava guardado para uma ocasião muito muito especial.
Ele preparou todo o quarto, posicionando todos os móveis de modo que houvesse um considerável espaço no centro do recinto. Na verdade, ele queria facilmente deitar-se no chão quando necessário. Um grande tapete redondo de retalhos coloridos cobria boa parte do espaço. Não havia cama.
O rapaz aguardava uma visita muito especial. Preparou o cenário dos seus mais íntimos desejos com toda a sua volúpia, com toda a sua tara, sentindo uma vontade incontrolável de gritar, de externar a dor mais íntima e mais discreta que já sentiu em toda a sua vida de dezoito primaveras.
Lá estava ele agora deitado, com a face voltada pro chão, aguardando a chegada da mulher mais sedutora e poderosa que ele já havia conhecido. Ele não sabia o quanto já havia esperado; estava naquela posição fazia horas.
Toca Venus in furs na vitrola de seu sempre tão ocupado pai. O som inebriante toma conta do sombrio recinto. Que mistério havia ali?
Mas ela surge! Finalmente entra no quarto. E enquanto se aproxima, o coração dele dispara. Todo o seu metabolismo parece fora de ordem. Sintomas da carne enlouquecendo, cheia de fúria e sede e prazer e medo. Ele nunca havia tido um encontro daqueles. Valeu a pena esperar? Valeu a pena esperar.
A gótica figura se aproximou lentamente e logo o olhava por cima, via-o olhando para o chão em posição de submissão, de entrega total. Ela bateu o salto da bota no chão sinalizando que ele deveria beijar aquele delicioso calçado de couro preto e brilhante.
Ele obedeceu prontamente. Como não poderia? As horas passavam deliciosamente.
- Já chega! – disse ela. – Não quero te dar tanto prazer assim. Ter você aqui aos meus pés, beijando minhas botas não me satisfaz em nada!
- Por favor, Liza. Eu só...
- Calado! Cala a boca, seu lixo! Vou te mostrar o que eu quero com o seu corpinho magro. Ela trazia uma necessaire preta com alguns detalhes prateados e uma pequena inscrição dourada: sub.
Aquela sedutora mulher vestida de preto, que usava largas correntes provocantes no pescoço, foi até o canto do quarto lentamente. Colocou sua necessaire sobre a mesa, abriu-a e tirou de lá um chicote de cinco pontas. O curioso é que aquele chicote havia sido mergulhado numa mistura de vidro triturado e cola.
- Ajoelha! – ordena ela, ao mesmo em tempo que levanta o queixo do rapaz com a ponta da bota.
Ele obedecia e olhava-a com admiração plena. Apenas diz:
- Agora mesmo!
- Tá vendo isso? Tá vendo o brinquedo que vou usar na sua carne? Olha a textura. Sente. Sabe o que te espera?
- Liza, por favor, eu não vou aguentar. Por favor! Eu não tô pronto.
A gótica senhora, cheia de satisfação, ri do sofrimento do pobre rapaz. Ela gargalhava enquanto acariciava o rosto do rapaz com aquele chicote.
- Você é tão fraco, inseto! Tão ridículo. Eu quero que você implore pra ser açoitado. Pede pra levar uma surra agora!
O rapaz sentia-se acuado e, ao mesmo tempo, cheio de desejo, cheio de vontade de ser um objeto abjeto do prazer de sua senhora. Ele tentava disfarçar seu descontrole, tentando impedir o ranger de seus dentes, limpando as gotas de suor que pingavam no chão. Sua testa suava; suas mãos também. Inutilmente ele tentava limpar o suor no chão com as mãos. Suas mãos também estavam molhadas; sua boca estava seca. Ele sabia muito bem que não aguentaria o castigo que lhe seria imposto, mas não poderia se opor. Jamais poderia contestar as vontades dela. Havia feito voto de obediência.
O celular dela toca. Antes de atender a chamada, ela ordena a ele que segure o chicote com a boca. Impressionante observar que ela ordena sem dizer uma palavra sequer.
- Alô! Sim, ela mesma, a Liza.
A conversa foi se estendendo e se estendendo cada vez mais. A dominadora gótica sentou-se em uma poltrona vermelha, colocando seus pés no ombro esquerdo de seu submisso admirador.
Por fim, após vários minutos, a ligação vai terminando.
- Ele tá bem aqui na minha frente. Tá morrendo de medo de mim. Ele sabe que hoje é o dia do castigo dele. Mas vai gostar, eu garanto. Vai aprender que eu mando nele, na pele dele, na alma dele, na vida dele. Depois ele vai acabar escrevendo o que aprendeu naquele caderninho dele. Então, vou ensinar um pouco pra ele o que são sombras e desejos. Mais tarde eu te ligo, amiga. Beijos!
Voltando-se para ele, a estranha mulher faz uma pergunta retórica:
- Onde nós paramos, meu baunilha inútil?
Mas ela não deixou o assustado rapaz responder, dando-lhe um tapa no rosto. Ela ria muito e se divertia com o que acontecia. Foram três, sete, doze, quinze, mais de vinte tapas. O rosto vermelho dele não escondia o poder das mãos dela, adornadas com pesados anéis de metal.
Aquela cena impressionava realmente. Ela, tão poderosa, calçava botas pretas de couro com a ponta finíssima e o salto também. As botas brilhavam muito. Aquele era um brilho sedutor, entorpecente para os olhos e sentidos daquele jovem.
Realmente o sangue do sonhador e delirante rapaz estava borbulhando. Naqueles instantes já havia perdido o controle do seu corpo, suas mãos suavam cada vez mais, sua tez molhada revelava que seu metabolismo estava acelerado, desordenado. Seria loucura? O coração dele não cabia mais no seu tórax todo coberto de velas derretidas de cores diferentes. Ele respirava cada vez mais ofegante. Pela primeira vez percebera o sentido da expressão “coração saindo pela boca”. Aquela sensação lhe era muito prazerosa, pois esperava por aquele momento por muito tempo. A cada segundo, ele se diminuía e deixava de ser “alguém” para se tornar “algo”. Tornara-se, prazerosamente, algo dentro daquele recinto enquanto o dia lentamente passava. Por horas, foi feito de tapete, ouvindo inúmeras vezes sua senhora chamando-o, com aparente desprezo, de “meu capacho nojento”. E assim, ele foi sendo adestrado, tornando-se objeto do sadismo daquela gótica, vampiresca e bizarra figura. Havia algum mistério nisso? Por que ele se entregava assim?
Lá estava aquele pobre rapaz quase desfalecido no chão... Seu rosto, todo marcado pelo salto pontiagudo daquelas deliciosas botas pretas, ainda demonstrava um sorriso de plena satisfação pelo suplício sofrido. E atendendo a mais uma ordem, ele beija as botas de sua carrasca, incessantemente, obedientemente, afetuosamente, calorosamente. Queria que o mundo acabasse naquele momento. Como queria! Quanta alegria!
Ela gostava de vê-lo no chão. Ela ria, cuspia, pisava, trotava, batia, chicoteava, delirava... Ele beijava os pés dela, agradecendo a oportunidade de estar ali idolatrando aquelas botas brilhantes.
- Chega, Rick! Já tá bom! Já vi que você me ama. – disse ela enquanto tentava salvar suas mãos dos enlouquecidos beijos repetitivos dele.
- O quê? Nossa! Me desculpa, amiga. – assustou-se ao perceber que eles estavam no colégio. O rapaz olha ao redor e percebe que havia sonhado acordado. Logo ao abrir os olhos, lê, bordado na mochila da moça, o nome de uma banda de rock pesado: sub-MISTRESS.
Ambos começam a rir. Ele, meio sem graça.
- Você tava viajando, Rick?
- Muito, Liza, muito! Eu sempre fui seu fã. Sempre! Você é tão perfeita, tão demais. Esse batom preto, essa roupa com tachas, essas botas...
- Você gosta das minhas botas?
- Num faz isso, amiga, por favor. Eu queria...
- Você quer o quê? – indaga ela sorrindo maliciosamente.
- Às vezes, eu tenho umas ideias malucas. Você vai me achar um idiota.
- Eu acho o que eu quiser, meu amigo. E acho que já sei o que você quer. Já percebi faz tempo. Já peguei você olhando pro meu pé. Achei legal, acredite. Hoje à tarde vou pra sua casa. Seu pai tá viajando, né?
- Sim, Senhora. – respondeu o rapaz enquanto tentava disfarçar seu ardente desejo por ela.
- Me diz de uma vez. Responde sem medo, Rick, meu brinquedinho, só uma pergunta minha?
- Sim, Senhora.
- Você quer ser meu escravo hoje, amanhã e sempre?
- Sim, Senhora!


Conto publicado na Antologia Sombras e Desejos, São Paulo, Editora Ixtlan, 2014.


Fã da Deusa

Quais produtos eróticos tenho mais curiosidade em conhecer?