terça-feira, 28 de novembro de 2017

Esticadinha safada depois do futebol

Era sábado e ele me convidou pra ir vê-lo jogar futebol com os amigos e de lá iríamos todos nós depois confraternizar em um barzinho de costume, em um bairro sossegado. Aceitei o convite, claro! Já estava com saudades dele. Fiz questão de ir ao seu encontro usando um vestido curto e soltinho no corpo. A peça possui um decote generoso e de proposito fui sem soutien. Vesti uma calcinha rendada delicada. Coloquei perfume no colo, nuca, punhos e na região atrás dos meu joelhos. Qdo nos encontramos ele me elogiou e disse que eu estava linda naquele vestido. Veio me dar um beijo na boca e disse que adorou o perfume que eu estava usando. Abriu a porta do carro pra que eu entrasse e pôs a mão dentro do decote do meu vestido. Logo descobriu que meus seios estavam livres e soltos. Aquilo me deixou louca e no mesmo momento senti minha buceta toda molhada. Os bicos dos meus seios ficaram tao durinhos que furavam a malha do meu vestido. Eu disse que não poderia chegar no campo de futebol naquele estado, portanto ele teria que achar uma solução para meu problema. Entramos no carro e fomos para o "futebol dos amigos".  No meio do caminho, enquanto ele dirigia, enfiou a mão livre por baixo do meu vestido e alcançou minha buceta e sentindo ela toda melada enfiou os dedos dentro  e me fez gozar a ponto de molhar o banco do carro. Automaticamente minha mão foi dentro do short dele  e então pude sentir seu pau duríssimo. Nem pensei duas vezes e caí de boca naquele pau delicioso. Ele ia ao delírio e não sabia se continuava dirigindo ou se paravamos em algum lugar pra continuarmos  o nosso "assunto". Continuei sugando seu pau gostoso com vontade e quando ele quase ia gozar, resolvi que deveríamos nos recompor e retomariamos a brincadeira  em outro momento. Chegamos ao campo finalmente. Foi muito difícil chegar e agir como se nada tivesse acontecido. Assisti pacientemente ao jogo e mal pude esperar para estarmos novamente a sós dentro do carro, indo para o barzinho, encontrar o restante da turma. Ficamos pouco tempo no bar e ele inventou uma desculpa para irmos embora. Estando nós dois sozinhos de novo no carro, ele disse que iríamos "dar uma esticadinha" , já que a noite estava tão agradável. No trânsito ele perguntou se poderíamos continuar nossa brincadeira anterior e eu respondi que ele "deveria" continuar. Em um semáforo de sinal fechado, paramos ao lado de um ônibus e alguns passageiros perceberam o que estávamos fazendo dentro do carro. Incrivelmente aquela situação me deixou mais excitada ainda e então me recostei no banco, abri minhas pernas e apoiei a perna direita sobre o painel do carro de modo que deixasse o caminho livre pra ele continuar me proporcionando prazer com a mão.Ele tem mãos e dedos muito hábeis e eu me retorcia de tesão dentro daquele carro. Ele tirou os dedos de dentro de mim e enfiou tudo na sua boca. Sem me preocupar com nada e nem ninguém, abri o zíper de sua calça jeans, baixei ao máximo sua cueca branquinha, deixei seu mastro bem erguido pra fora e engoli ele todinho. Enquanto isso, minha buceta ficava mais encharcada. Eu disse pra ele prestar atenção no trânsito e enquanto eu o chupava, comecei a me masturbar. Ele continuava dirigindo com.muita dificuldade e aos poucos  tomava um caminho nos levando pra um.local afastado. Numa rodovia que era caminho para um município vizinho, ele saiu do asfalto e tomou uma estrada de terra. A cidade ia ficando pra trás e só avistavamos suas luzes ao longe. De repente ele sai da estrada e entra o máximo possível com o carro dentro de uma mata. Tudo escuro e silêncio. A única claridade pálida era a da lua. Tive receio, mas ele garantiu que estávamos seguros, pois ele conhecia a região. Relaxei e de novo aquele tesão louco tomou conta de nós. Nos beijamos e ele começou a tirar meu vestido. Enquanto chupava meus seios, afastou minha calcinha para o ladinho e encaixou só a cabeça do seu pau na entradinha da minha buceta que a essa altura latejava. Eu me derretia e morria de prazer. Me penetrou e bombou uma, duas, três, quatro, cinco vezes... Saiu de mim e disse que se eu quisesse continuar, teríamos que ir pra fora do carro. Descemos completamente nus. Lá fora, me abaixei e me apoiei no para-choque dianteiro do carro, chupei seu cacete até que ele gozasse. Tomei um banho de porra que molhou até meu cabelo. E pra minha agradável surpresa, seu pau continuava firme e duro. Ele me colocou de pé, de costas pra ele. Apoiei meu corpo no capô do carro e ele me disse: "empina esse rabo lindo pra mim". Delirei quando ele me disse isso bem junto a minha nuca. Começou a meter por trás, eu delirava, uivava e ele disse que eu poderia gritar a vontade, sem medo. Ser penetrada por trás, para mim, é uma das melhores posições. Subi umas das pernas e apoiei o joelho no capô. Ele metia mais ainda, até o fundo e aproveitava pra dedilhar a entrada do meu cuzinho. Suavamos muito e o suor molhava o carro, meu corpo deslizava e pedi pra ele me segurar pelos cabelos tbm. Sou dessas que adora uma pegada forte com palavras sacanas e tudo mais. Me virei de frente e disse que ele teria que ter coragem de repetir todas as sacanagens ditas olhando diretamente pra mim enquanto me fodia. Ele bombava e me falava aquelas delícias eu me tocava e acariciava meu clitóris... Gozei mais uma vez. Durante um beijo, ele disse que tava ansioso pra devorar meu rabo. Me virei de costas pra ele, afastei as duas pernas, comecei a dedilhar a buceta e disse pra ele: Vem! Delírio foi pouco pra nós. Quanto mais me dedilhava, mais ficava lubrificada e meu cuzinho mais acomodava o cacete duro dele. Gozamos uma vez mais e foi lindo!!! Depois de tomar algum fôlego, nos limpamos muito superficialmente com lenços de papel e ele me disse: "agora já posso deixar minha linda dama na casa dela!" Chegando em casa, fui direto para um banho bem gostoso e fui pra minha cama. Fiquei lá deitada no escuro, relembrando nós dois naquela mata silenciosa e pensando: qdo seria o próximo jogo de futebol????? 

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Matando a saudade

Meu noivo teve que fazer uma viagem de urgência, a saudade tomava conta. Eu esperava ansiosa por sua chegada. E chegou o grande dia. Fui buscá-lo no aeroporto. Seu voo atrasou aumentando ainda mais a tensão. Ao vê-lo vir pelo desembarque meu coração disparou. Só queria agarrar teu pescoço e te encher de beijos. Ele veio em minha direção. Usava uma camiseta preta de manga longa, fazia tanto calor, mas não sei dizer se esse calor tem haver com o tempo ou com o que eu estava sentindo naquele momento.
Nos beijamos, um beijo demorado, longo. Eu tinha ido buscá-lo na minha moto, seguimos em direção a minha casa. Mal fechei o portão nós já começamos a nos agarrar ali mesmo no pátio. Ele me beijava e arrancava minha roupa e eu a dele. Sua mão passava pelo meu corpo. Eu deslizava minha mão pelo seu corpo, sentindo sua pele macia, suas coxas grossas, suas mãos fortes.
Estávamos nus ali no pátio de casa e sua rola dura já começou a invadir meu corpo. Eu gemia, o sol estava quente, o gramado do jardim foi o nosso antro de perdição. Suávamos, eu gemia, gritava e me deslumbrava. Enquanto ele me fudia, passava sua mão pelo meu corpo, chupava meus seios. Seus beijos desciam pelo meu pescoço e percorriam meu corpo, ate sua língua gostoso chegar na minha bucetinha. Fizemos um 69 bem gostoso, eu chupava aquele pau maravilhoso, duro e grosso. E ele chupava minha bucetinha enquanto enfiava seus dedos nela me dando ainda mais prazer.
Seguimos para dentro da casa e continuamos na sala, suados eu fiquei de quatro naquele sofá e ele me pegava de jeito, enquanto comia minha bucetinha enfiava o dedo no meu cuzinho me deixando ainda com mais tesão. Penetrou aquela rola no meu cuzinho me fazendo ir ao delírio. Eu não me aguentava de prazer. Fomos para a cozinha e de frente ele me comeu em cima da mesa e em cima da pia da cozinha.
O calor era demais, a casa já estava toda molhada de suor e fomos para o banheiro. Debaixo do chuveiro nós continuamos nos fudendo, ele me pegava por trás, e penetrava no meu cuzinho enquanto apertava meus peitinhos durinhos e beijava meu pescoço. Eu já tinha gozado umas dez vezes, e ele disse que precisava gozar.
Finalizamos na cama, molhados, de quatro ele fudia meu cuzinho ate gozar. Me enchendo de porra e de tesão. Apagamos. Desligamos do mundo. Chegamos ao meio dia e já era noite.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Cumprindo uma promessa de infância

Eu estava na escola, estudava muito e sempre fui muito concentrada, estava com 12 anos. Um colega não parava de me olhar, a gente sempre gostava de conversar, nós riamos muito e direto a professora chamava nossa atenção.
Nesse dia em especial, ele me pediu pra acompanhá-lo. E eu fui.
Fomos para traz do colégio, ali ele me beijou, sua mão escorregava pelo meu corpo, e entrou dentro da minha calcinha que já estava molhadinha, soh de pensar na possibilidade. Ele levantou minha saia de uniforme colocou minha calcinha de lado e começou a me chupar bem gostoso, aquilo era muito novo pra mim. Sempre vi minhas colegas falando dessas coisas mas nunca pensei que aconteceria comigo. Eu estava sem reação, mas ele fez tudo.
Perguntei onde ele aprendeu aquilo, ele disse que era nos  filmes que o pai dele tinha em casa. Ele abaixou sua calça, seu pau estava muito duro, ele pegou minha mão e a apertou, era macio, quente. Era bom. Ele colocou na minha bucetinha. Ficava roçando na minha xaninha e eu estava gostando muito. Ele não me penetrou disse que queria que fosse especial.
Me pediu pra quando crescêssemos nós ficássemos novamente eu, ele e seus amigos. Eu disse sim.
Não sei por que eu disse sim, mas disse.
Nem sabia do que se tratava, mas tudo bem.
Passaram-se alguns anos, la estava eu com meus 20 aninhos, teve uma festa na igreja e por incrível que pareça eu o vi novamente, me lembrei na hora da promessa. Fiz a difícil, ele me veio atrás de mim e eu fugia dele como se não o tivesse visto, ele veio pelo outro lado  e me chamou para dançar. Falou no meu ouvido para lhe fazer uma visita na sua casa ao fim da festa.
Por mim tudo bem.
Ao fim da festa fui ao banheiro, e ele me esperou na porta. Saimos juntos. Ao chegar na sua casa, já tinha alguns guris nos esperando. Já senti a maldade. Entramos, e já fui sendo beijada, um me tirou a saia, outro a camiseta, eles eram uns 5 com o meu colega. Estava escuro e eu só conseguia sentir.
Senti uma língua na minha bucetinha, outra nos meus seios, varias mão me acariciando, um me fudendo forte, e outra me beijando , eu ia ao delírio, não sabia ao certo o que estava acontecendo, só sabia que aquilo tudo estava muito bom . Eles gozaram os 5, em cima de mim, me deram um banho maravilhoso de porra, tomei um banho e fui embora, ainda no escuro. Não sabia quem eram, daqueles 5 eu só conhecia um. E foi suficiente. Que sensação gostosa. Ate hoje fico me perguntando quem eram aqueles guris, será que já esbarrei  com algum deles na rua?

terça-feira, 31 de outubro de 2017

Surpresinha

O passeio em São Paulo estava sendo muito proveitoso. Neste dia quis fazer uma surpresa para o meu namorado. Independente de time ele é viciado em futebol, então fomos visitar o estádio o Morumbi.
Ao chegar lá, não estava aberto para visitação mas demos o nosso jeitinho brasileiro de entrar. O estádio é lindo, tiramos varias fotos, ele queria ir no campo, mas não tivemos coragem de entrar.
Porem ele foi bem la perto e eu fiquei ali na arquibancada esperando. Enquanto ele foi eu, que estava de saia, tirei minha calcinha sentei em uma das cadeiras e coloquei minhas pernas abertas na cadeira da frente esperando que ele viesse. Ele estava encantado com o campo, amando o passeio e a tal surpresa, só que a surpresa ainda nem tinha começado.
Ele veio de la, e notou meus “modos de sentar” de longe não entendeu muito bem, mas quando chegou perto percebeu que eu estava sem calcinha e já soube do que realmente se tratava a surpresa. Não pensou duas vezes e já chegou me chupando, puxei meu decote para baixo deixando meu peitinhos durinhos para fora .
Eu o empurrei, e abri seu zíper, sua rola dura trincava dentro da calça,  o chupei enquanto ele acariciava meus peitinhos. Ele queria me fuder e eu fiquei de quatro, na cadeira do estádio e ele me penetrava deliciosamente. Enquanto ele me fudia eu  me tocava, minha buceta estava enxarcada de prazer.
Fomos para as grades próximas ao campo, no caminho tirei (tirei não, meu vestido caiu e eu nem percebi), me vi nua no meu daquela arquibancada gigante, e aquele homem com a rola dura, deixando as calças para traz e vindo ao meu encontro. Pareciamos dois insetos no meio daquela mansidão, dois insetos nus, sem se preocupar, sem se preocupar com o que acontecia a nossa volta.
Ele me colocou por cima daquela grade, e fudia, metia, e enterrava aquela rola, enquanto eu delirava de prazer. Abeixei e chupei aquela rola mais uma vez e ele gozou deliciosamente, enxendo minha boca de leitinho.
Ouvimos um barulho:
-Ei!!
Uma voz longe,... era o guarda, que vinha em nossa direção, eu nem me toquei e ia em direção a ele pra explicar o que estava acontecendo. Meu namorado me puxou,pegamos nossas roupas e saímos correndo nus pelo estádio, e aquela voz ia sumindo:
-EI, EI, vocês ai, voltem aqui!!!!
Chegando no hostel fomos ver a TV, noticia de primeira mão. Casal de namorados faz sexo no meio do estádio vazio, e da corrida em segurança...

terça-feira, 19 de setembro de 2017

O tio do meu colega

Eu tinha 9 anos, tinha um colega, eu sempre brincava na casa dele depois da aula. Um dia estávamos brincando de casinha, de baixo da mesa da cozinha. Colocamos um lençol bem grande para fazer as paredes. Lá dentro organizei cozinha, sala, quarto. Meu colega fingia ser meu marido e saiu para trabalhar, enquanto eu ficava na “casa” arrumando as coisas.
O tio do meu colega precisava estudar e se sentou na mesa. Eu brincava normalmente, quando percebi  que ele estava colocando o pau pra fora, ali de baixo da mesa, pensei, será que ele não percebeu que estou aqui? Nossa, que coisa grande. Eu só havia visto aquilo nos livros do colégio.
Achei melhor avisar.
- Tio estou brincando aqui embaixo, quer que eu saia pro senhor continuar a fazer o que está fazendo?
- Por mim pode ficar. Se não se importar vou continuar.
- Ta bom.
Continuei brincando, mas não parava de olhar praquela coisa. Cheguei bem perto, e peguei. Ele pegou minha mão, e me fez ficar apertando, subindo e descendo minha mão naquilo. Eu não sabia o que eu estava fazendo, mas era tão quentinho. O tio se levantou, pensei que eu estivesse fazendo algo errado e tive medo.
Meu colega estava no quarto jogando vídeo game e nem se lembrava de mim. O tio voltou e trancou a porta da cozinha. Ele me pediu pra ficar de pé na sua frente. E tirou minha roupa, ele me dava carinho. Sua mão deslizava pelo meu corpo, no meu bumbum. Comecei a molhar minha pepequinha, tive a impressão que fiz xixi e fiquei muito sem graça, ele disse pra eu não me preocupar.
Ele me colocou deitava na mesa, e bebeu o meu xixi. Ele passava sua língua, colocava ela toda dentro da minha pepequinha, e eu me mijava ainda mais. Mas aquilo era tão bom. Enquanto me chupava, sua mão passava pelo meu corpo, depois ele veio e passou toda a sua língua pelo meu corpo, eu não sei o que estava sentindo. Só sei que era muito bom.
Alguém bateu na porta. Ele perguntou quem era. Era meu colega, ele me pediu pra ficar ali quetinha, e abriu a porta. Meu colega entrou e me viu daquele jeito. Tive vengonha. Mas o tio disse que ia ensinar uma coisa pra ele. Nisso o tio voltou e me chupar. E meu colega ficou olhando. Algo no seu short foi crescendo. O tio disse pra ele tirar a roupa e continuou me chupando.
Meu colega estava com o pinto duro, era menor que o do tio, mas mesmo assim ainda era grande. O tio também tirou a roupa estávamos os três pelados ali na cozinha. Meu colega beijou minha boca, eu nunca tinha beijado um garoto antes. Acho que nessa altura eu já tinha mijado umas 3 vezes. O tio me chupava e colocou o dentro de mim, doeu um pouco, mas foi  uma dor boa, gostosa. O tio me disse pra fazer com meu colega o mesmo que fiz com ele, e peguei o pinto dele e também massageava, pra baixo e pra cima.
Meu colega continuava me beijando. E eu estava gostando muito. O tio falou pro meu colega colocar o pinto na minha pepequinha... Como aquilo era bom, o tio me beijou e continuava me dando carinho enquanto meu colega, colocava o piupiu dentro de mim. Eu não entendia o por que que eu estava tão molhada. Isso me deixava com vergonha. Eu não sabia ao certo o que estava acontecendo, se aquilo era certo ou errado, eu só sabia que era muito bom.
Meu colega mijou dentro de mim, ficou muito sem jeito. O tio disse que era normal, pra ficarmos tranquilos, me perguntou se ele também poderia colocar o piu piu dentro de mim, falei que sim, já que aquilo era tão bom, eu queria mais. O dele era muito maior, doeu um pouco, no começo. Penso que me machucou, por que sangrou mas ele disse que era normal. Depois foi ficando tão bom. Ele abria minha pernas, e colocava tudo pra dentro, bem devagar. Depois foi ficando mais rápido. Eu comecei  a sentir vontade de gritar, mas não era de dor, era de algo bom. E ele colocou o pra fora e mijou na chão. Um mijo grosso, branco, diferente do normal. Não entendi. Mas confesso que gostei muito.
Ele me deu uma toalha para tomar um banho e disse que aquele era nosso segredo, que guardei até hoje. 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Hostel



A chegada em São Paulo foi ótima. Chamamos um uber e seguimos direto para o hostel.
No hostel não tinha quarto individual disponível, tivemos que dormir num quarto com 8 pessoas. E pra variar todos homens.
Meu namorado já disse no pé do meu ouvido que não dormiria na beliche, iria dormir comigo. Ok, por mim.
Deitamos, os outros guris já estavam dormindo. O quarto estava bem escuro, só entrava um feixe de luz pela janela, era a luz da lua, era noite de lua cheia.
Ele me abraçou, tentamos dormir pra respeitar os guris. De repente comecei a sentir sua rola dura atrás de mim. Mesmo depois da primeira no aeroporto, tivemos que começar de novo.
Tirei a calcinha, sentia sua rola no meio das minhas pernas, eu já estava toda molhada quando ele me penetrou deliciosamente, não me contive, entrei debaixo das cobertas e comecei a chupa-lo, logo as cobertas caíram e me esqueci que estava num quarto com mais seis pessoas.
Estava eu nua de , de quatro, por cima dele o chupando, e como estava escuro nem sei se tinha alguém me vendo. Ele gozou na minha boca e foi ao banheiro se lavar, ao deitar na minha cama, escutei :
- Eh isso ai loira.
Fiquei sem graça, meu namorado demorou pra voltar e o cara desceu da cama de cima da beliche e me chupou, sua língua deslizava pelo meu clitóris me fazendo ir ao delírio. Gozei loucamente, ele voltou e deitou na sua cama. Meu namorado voltou, vestiu uma roupa e disse que iria sair pra tomar uma cerveja e fumar um cigarro. Me convidou, eu disse que estava indisposta. Ele foi.
Deitei nua na cama, sem nenhuma coberta por cima de mim, os outros perceberam que ele não voltaria tão cedo, o primeiro voltou e colocou sua rola dura na minha boca, o segundo veio e começou a beijar todo o meu corpo branco, com meu bronzeado exposto, o terceiro chupou minha bucetinha, meu clitóris estava muito inchado e o quarto chupava o meu cuzinho. Eu estava no paraíso o harém.
Colocamos o colchão no chão, o primeiro se deitou no colchão e eu sentei na rola dele deliciosamente, que rola grossa e deliciosa, o quinto me deu sua rola pra eu chupar, o terceiro penetrou também na minha bucetinha e eu tive a dupla penetração que eu nunca experimentei na minha vida. Gozei loucamente, muitiplas e múltiplas sensações. Os três gozaram na minha boca, engoli tudo, e se deitaram. O segundo se deitou no colchão, eu estava exausta, mas precisava ver esses homens satisfeitos e sentei naquela rola grossa e negra. O quarto penetrou no meu cuzinho e eu gemia, gritava, delirava, naquele momento já não definia se o que eu sentia era tesão ou dor, o quarto gozou dentro do meu cuzinho e o segundo no meu corpo, meu deu um banho de porra. Se deitaram e eu fui tomar um banho.
Voltei pra cama e fui me deitar, ao amanhecer, meu namorado chegou tribêbado, me colocou de quatro na cama e meteu forte na minha bucetinha que já estava toda molhada de novo, eu me tocava e mebasturbava enquanto ele me fudia, depois ele meteu no meu cuzinho e gozou litros. Eu estava exausta. Dormimos até as 22 hrs e fomos a um bar tomar umas. Os outros guris, os seis, saíram logo cedo, e eu nem pude me despedir.  

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Diga sim a Ela



Então, ele colocou no antigo toca-discos um LP que há tempos estava guardado para uma ocasião muito muito especial.
Ele preparou todo o quarto, posicionando todos os móveis de modo que houvesse um considerável espaço no centro do recinto. Na verdade, ele queria facilmente deitar-se no chão quando necessário. Um grande tapete redondo de retalhos coloridos cobria boa parte do espaço. Não havia cama.
O rapaz aguardava uma visita muito especial. Preparou o cenário dos seus mais íntimos desejos com toda a sua volúpia, com toda a sua tara, sentindo uma vontade incontrolável de gritar, de externar a dor mais íntima e mais discreta que já sentiu em toda a sua vida de dezoito primaveras.
Lá estava ele agora deitado, com a face voltada pro chão, aguardando a chegada da mulher mais sedutora e poderosa que ele já havia conhecido. Ele não sabia o quanto já havia esperado; estava naquela posição fazia horas.
Toca Venus in furs na vitrola de seu sempre tão ocupado pai. O som inebriante toma conta do sombrio recinto. Que mistério havia ali?
Mas ela surge! Finalmente entra no quarto. E enquanto se aproxima, o coração dele dispara. Todo o seu metabolismo parece fora de ordem. Sintomas da carne enlouquecendo, cheia de fúria e sede e prazer e medo. Ele nunca havia tido um encontro daqueles. Valeu a pena esperar? Valeu a pena esperar.
A gótica figura se aproximou lentamente e logo o olhava por cima, via-o olhando para o chão em posição de submissão, de entrega total. Ela bateu o salto da bota no chão sinalizando que ele deveria beijar aquele delicioso calçado de couro preto e brilhante.
Ele obedeceu prontamente. Como não poderia? As horas passavam deliciosamente.
- Já chega! – disse ela. – Não quero te dar tanto prazer assim. Ter você aqui aos meus pés, beijando minhas botas não me satisfaz em nada!
- Por favor, Liza. Eu só...
- Calado! Cala a boca, seu lixo! Vou te mostrar o que eu quero com o seu corpinho magro. Ela trazia uma necessaire preta com alguns detalhes prateados e uma pequena inscrição dourada: sub.
Aquela sedutora mulher vestida de preto, que usava largas correntes provocantes no pescoço, foi até o canto do quarto lentamente. Colocou sua necessaire sobre a mesa, abriu-a e tirou de lá um chicote de cinco pontas. O curioso é que aquele chicote havia sido mergulhado numa mistura de vidro triturado e cola.
- Ajoelha! – ordena ela, ao mesmo em tempo que levanta o queixo do rapaz com a ponta da bota.
Ele obedecia e olhava-a com admiração plena. Apenas diz:
- Agora mesmo!
- Tá vendo isso? Tá vendo o brinquedo que vou usar na sua carne? Olha a textura. Sente. Sabe o que te espera?
- Liza, por favor, eu não vou aguentar. Por favor! Eu não tô pronto.
A gótica senhora, cheia de satisfação, ri do sofrimento do pobre rapaz. Ela gargalhava enquanto acariciava o rosto do rapaz com aquele chicote.
- Você é tão fraco, inseto! Tão ridículo. Eu quero que você implore pra ser açoitado. Pede pra levar uma surra agora!
O rapaz sentia-se acuado e, ao mesmo tempo, cheio de desejo, cheio de vontade de ser um objeto abjeto do prazer de sua senhora. Ele tentava disfarçar seu descontrole, tentando impedir o ranger de seus dentes, limpando as gotas de suor que pingavam no chão. Sua testa suava; suas mãos também. Inutilmente ele tentava limpar o suor no chão com as mãos. Suas mãos também estavam molhadas; sua boca estava seca. Ele sabia muito bem que não aguentaria o castigo que lhe seria imposto, mas não poderia se opor. Jamais poderia contestar as vontades dela. Havia feito voto de obediência.
O celular dela toca. Antes de atender a chamada, ela ordena a ele que segure o chicote com a boca. Impressionante observar que ela ordena sem dizer uma palavra sequer.
- Alô! Sim, ela mesma, a Liza.
A conversa foi se estendendo e se estendendo cada vez mais. A dominadora gótica sentou-se em uma poltrona vermelha, colocando seus pés no ombro esquerdo de seu submisso admirador.
Por fim, após vários minutos, a ligação vai terminando.
- Ele tá bem aqui na minha frente. Tá morrendo de medo de mim. Ele sabe que hoje é o dia do castigo dele. Mas vai gostar, eu garanto. Vai aprender que eu mando nele, na pele dele, na alma dele, na vida dele. Depois ele vai acabar escrevendo o que aprendeu naquele caderninho dele. Então, vou ensinar um pouco pra ele o que são sombras e desejos. Mais tarde eu te ligo, amiga. Beijos!
Voltando-se para ele, a estranha mulher faz uma pergunta retórica:
- Onde nós paramos, meu baunilha inútil?
Mas ela não deixou o assustado rapaz responder, dando-lhe um tapa no rosto. Ela ria muito e se divertia com o que acontecia. Foram três, sete, doze, quinze, mais de vinte tapas. O rosto vermelho dele não escondia o poder das mãos dela, adornadas com pesados anéis de metal.
Aquela cena impressionava realmente. Ela, tão poderosa, calçava botas pretas de couro com a ponta finíssima e o salto também. As botas brilhavam muito. Aquele era um brilho sedutor, entorpecente para os olhos e sentidos daquele jovem.
Realmente o sangue do sonhador e delirante rapaz estava borbulhando. Naqueles instantes já havia perdido o controle do seu corpo, suas mãos suavam cada vez mais, sua tez molhada revelava que seu metabolismo estava acelerado, desordenado. Seria loucura? O coração dele não cabia mais no seu tórax todo coberto de velas derretidas de cores diferentes. Ele respirava cada vez mais ofegante. Pela primeira vez percebera o sentido da expressão “coração saindo pela boca”. Aquela sensação lhe era muito prazerosa, pois esperava por aquele momento por muito tempo. A cada segundo, ele se diminuía e deixava de ser “alguém” para se tornar “algo”. Tornara-se, prazerosamente, algo dentro daquele recinto enquanto o dia lentamente passava. Por horas, foi feito de tapete, ouvindo inúmeras vezes sua senhora chamando-o, com aparente desprezo, de “meu capacho nojento”. E assim, ele foi sendo adestrado, tornando-se objeto do sadismo daquela gótica, vampiresca e bizarra figura. Havia algum mistério nisso? Por que ele se entregava assim?
Lá estava aquele pobre rapaz quase desfalecido no chão... Seu rosto, todo marcado pelo salto pontiagudo daquelas deliciosas botas pretas, ainda demonstrava um sorriso de plena satisfação pelo suplício sofrido. E atendendo a mais uma ordem, ele beija as botas de sua carrasca, incessantemente, obedientemente, afetuosamente, calorosamente. Queria que o mundo acabasse naquele momento. Como queria! Quanta alegria!
Ela gostava de vê-lo no chão. Ela ria, cuspia, pisava, trotava, batia, chicoteava, delirava... Ele beijava os pés dela, agradecendo a oportunidade de estar ali idolatrando aquelas botas brilhantes.
- Chega, Rick! Já tá bom! Já vi que você me ama. – disse ela enquanto tentava salvar suas mãos dos enlouquecidos beijos repetitivos dele.
- O quê? Nossa! Me desculpa, amiga. – assustou-se ao perceber que eles estavam no colégio. O rapaz olha ao redor e percebe que havia sonhado acordado. Logo ao abrir os olhos, lê, bordado na mochila da moça, o nome de uma banda de rock pesado: sub-MISTRESS.
Ambos começam a rir. Ele, meio sem graça.
- Você tava viajando, Rick?
- Muito, Liza, muito! Eu sempre fui seu fã. Sempre! Você é tão perfeita, tão demais. Esse batom preto, essa roupa com tachas, essas botas...
- Você gosta das minhas botas?
- Num faz isso, amiga, por favor. Eu queria...
- Você quer o quê? – indaga ela sorrindo maliciosamente.
- Às vezes, eu tenho umas ideias malucas. Você vai me achar um idiota.
- Eu acho o que eu quiser, meu amigo. E acho que já sei o que você quer. Já percebi faz tempo. Já peguei você olhando pro meu pé. Achei legal, acredite. Hoje à tarde vou pra sua casa. Seu pai tá viajando, né?
- Sim, Senhora. – respondeu o rapaz enquanto tentava disfarçar seu ardente desejo por ela.
- Me diz de uma vez. Responde sem medo, Rick, meu brinquedinho, só uma pergunta minha?
- Sim, Senhora.
- Você quer ser meu escravo hoje, amanhã e sempre?
- Sim, Senhora!


Conto publicado na Antologia Sombras e Desejos, São Paulo, Editora Ixtlan, 2014.


Fã da Deusa

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Que noite, que vista

Eu sou babá de uma criança. Todos os dias eu vou trabalhar,  e de uns dias pra cá comecei a observar que o seu vizinho ficava me observando
passar, um dia uma outra criança veio brincar com a criança que eu cuidava e para a minha surpresa, ele era filho do vizinho.
O vizinho era alto, olhos claros, e tinha uma caminhonete. Um dia, ele foi buscar o filho e começou a puxar assunto. Todos os dias nós conversávamos, até que um dia ele me chamou para sairmos.
Fomos a um jantar, muito bom,mas melhor mesmo foi a sobremesa.
Antes de irmos embora fui ao banheiro, tirei minha calcinha e coloquei na bolsa. Entramos na caminhonete. Ele dirigindo normalmente, coloquei a mão em sua perna. Ele me olhava, com um sorriso. Ele também colocou a mão na minha perna. Dei um beijo no seu rosto e coloquei a mão no seu pau, que já estava começando a acordar. Ele me olhou... com cara de safado, retribui o olhar. Ele subiu a mão enquanto acariciava minha perna e notou que eu estava sem calcinha. Não deu outra.
Começamos a andar  em círculos até acharmos uma rua deserta. Ali nos beijamos fui pra cima dele, ele passava suas mãos pelo meu corpo, apertava minha bunda, enquanto eu sentava gostoso naquele pau, sua língua descia pelo meu pescoço e ele chupava meus seios. Pedi: - --
- vamos La pra fora?
- Oi?
- Isso mesmo, na carroceria.
- Mas está frio.
- Eu estou com calor.
Foda-se o atentado ao pudor, subi na carroceria e ele subiu atrás, estávamos num lugar com uma vista linda, eu de frente pra vista e de costas pra ele, minha blusinha estava pra baixo com os seios de fora, levantei minha saia deixando minha bunda de fora, que ele apertava e metia deliciosamente. Ele falou que queria gozar mas eu disse que não. Sentei na cabine da caminhonete e de frente, abri minha pernas, ele me fudia, e me beijava e chupava meu pescoço. A adrenalina ia aumentando cada vez mais. Ele pediu pra gozar. Abaixei e chupei aquele pau delicioso, no momento em que ele foi gozar apontei para os meus seios e deixei ele me lambuzar.
Ele foi me deixar em casa, eu disse:
- Obrigada pela noite.
-Eu que agradeço, nos veremos outra vez?
- Quem sabe.

quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Dando uma espiadinha


Eu e meu namorado estávamos a quase um mês sem nos ver, a ansiedade tomava conta. Resolvemos nos encontrar em São Paulo, onde eu estava  fazendo um trabalho.A ansiedade era enorme, passei o dia no salão fazendo unha, cabelo e maquiagem. Depois fui esperá-lo no aeroporto.
Um homem me olhava, não se conteve e veio falar comigo:
- Desculpe tenho namorado. Respondi.
- Ah, me desculpe.
Mas continuava me olhando, me senti a mulher mais linda do mundo. Meu namorado chegou, ficamos nos beijando por uns 40 minutos, o cara não parava de nos olhar. O tesão aumentava , entramos no banheiro do aeroporto de Guarulhos.
La ele abaixou minha blusa e começou a chupar meus seios, que já estavam com o biquinhos durinhos, notei que o outro cara nos seguiu e espiava atrás da porta, aquilo me deu ainda mais tesão.
Eu estava de vestido, abaixei e comecei a chupar meu namorado com as pernas abertas, coloquei a calcinha de ladinho e comecei a me tocar. Fazia questão que o cara me visse naquela posição.
Então sentei na pia e mandei  meu namorado enfiar, a gente se beijava, ele beijava meu pescoço e eu via que o cara ainda estava ali. Meu namorado gozou, lavou o pau na pia do banheiro e foi se limpar com papel higiênico.
- Te espero La fora – eu disse.
Vi que o cara ainda estava ali, ele ficou todo desconcertado ao me ver, não me contive, peguei no pau dele que estava trincando dentro da calça e sai. Meu namorado logo saiu e fomos para o hotel.
E aquele cara, nunca mais vai me esquecer.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Ferias de inverno

Fomos passar as férias na casa de parentes, nós éramos crianças, ou melhor pré adolescentes conhecendo o mundo. Na chácara nós andávamos a cavalo, apartávamos as vacas, tratávamos das galinhas. Eu e meu primos nos divertíamos muito.
A noite fomos dormir eu na rede e meu primo na colchão no chão, minha mãe estava no quarto ao lado. Estava eu no meu sono de princesa, quando meu primo me acordou.
- Quero te mostrar um negocio.
- A não,me deixa dormir.
- Vem Ca.
E eu fui sentar no colchão com ele, fomos brincar de verdade ou consequência, mais consequência do que verdade, as prendas começaram tirando peças de roupas, tirei a blusinha, e ele tirou a camiseta, tirei o short e ele tirou a bermuda, tirei o sutiã e ele tirou a cueca.
O pau dele já estava duro apontando pra mim, ele pediu que eu pegasse, não terminamos o jogo, ele já tirou minha calcinha e chupou minha bucetinha que já estava molhadinha. Depois ele foi colocando o dedo dentro de mim, e fui ficando ainda mais excitada,a
te que ele me penetrou com aquele pau maravilhoso. Enquanto ele me penetrava a gente se beijava e a sensação era cada vez melhor. Ele colocou o pau pra fora e gozou na minha barriga. Que delicia.
Essa foi a brincadeira mais divertida do dia e das férias, pena que não teve repetição. 

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Aohh Morenaa


 
Certa vez ... eu e 2 amigos fomos p antigo Cabalo ao lado do Gyn shopping
Entao uma ficante de um desses amiigos q foram marcou de nos encontrar la. Acontece q ela levou as amigas tbm
Dai eu mirei a morena mais gostosa dentre elas... e naquele jogo de seduçao consegui da uns bjos nela
Ao final da noite, fomos levar elas ... 3 casais
Eu e a morena na frente pegando no meu pau ali com a galera vendo enquanto levava elas la em Goianira...
Chegando la, so 1 ficou em casa e as outras duas voltaram pq iam durmir na casa de uma amiga, pra minha sorte uma delas era a minha morena.
Desliguei o carro, passei o volante p um deles q teve q sobrar pq a moça dele ficou e fui p banco de tras com minha morena
Eu com ela encima de mim e meu amigo com a loira que levou as amigas e outro de choffer rsss
Enquanto voltavamos de Goianira, eu comia a morena e meu amigo a loira e outro assistia td pelo retrovisor..
Foi muiiito massa
Esse dia, ficou p historia


Fã da deusa

PS. Se você também tem uma historia interessante para a Deusa publicar... Manda ai!!!

terça-feira, 25 de julho de 2017

Sexo Virtual

Manter um relacionamento a distancia não é fácil, eu e meu namorado vivemos 20 dias de tormento, mas nos saímos muito bem nessa empreitada.
Todas as noites, nos conversávamos pela internet.
- Como você esta nesse exato momento?
- Acabei deitada.
- Quero te ver.
Fizemos uma chamada de voz. Puxei meu sutiã e toquei meus seios.
- Imagina você chupando  meus biquinho durinhos.
- Meu pau esta crescendo.
- Quero ver.
Ele me mostrou por dentro da cueca, minha bucetinha molhou na hora, meu tesão aumentava cada vez mais. Coloquei a calcinha de ladinho, e comecei a me tocar, ele ficava louco vendo essa cena, cada vez mais seu pau crescia e latejava. Molhei meu dedinho e continuei me tocando, e penetrei meu dedo na minha bucetinha, ele ficava louco ao ver.
- Me imagina sentando nesse pau e te melando todo.
Ele se masturbava.
- Que vontade de colocar a boca nesse pau e ir ao delírio nos seus braços .
- Deixa eu ver seu cuzinho.
Eu coloquei o meu dedinho no meu cuzinho e ele não aguentou, se masturbou ate gozar.
- Que vontade de estar com você.
- Calma que esse dia vai chegar. 

terça-feira, 18 de julho de 2017

Sem descer do salto



Estava eu me preparando para o show, já começou o festival de talentos, tinham 20 mil pessoas na plateia, e 15 grupos pra se apresentar em diversas modalidades. Eu estava apreensiva, ia cantar, minhas dançarinas estavam muito nervosas, e eu mesmo com o coração saindo pela boca, tentava acalma-las. Havia um grupo de dança, os meninos eram tão legais, eu os observava de longe, eram muito felizes, de bem com a vida, riam  e se divertiam bastante. Era uma grupo de funk só com homens.
Chegou a minha vez, estava muito apreensiva, fizemos a nossa oração a Ogum e subimos ao palco. O show foi um sucesso, fomos muito aplaudidas, ao descer do palco vi que um deles me olhava.
- Não vá embora sem antes ver a nossa performance. – Me disse o mais bonito deles, se não me engano  o coreografo do grupo.
Desci e assisti de camarote com as gurias, ele realmente era o coreografo, era quem dançava melhor. Sensualidade total, quando ele se movia no palco eu imaginava aquele corpo em cima de mim, rebolando daquele jeito na minha cama.
O show acabou.
E o premio de melhor cantora foi? Infelizmente não foi pra mim, fiquei em segundo lugar, mas o melhor grupo de dança foi sim ele. Não me contive e fui dar os parabéns ao grupo. Ele veio falar comigo.
- Voce pode não ter ganho o premio de melhor cantora, mas pra mim com certeza você foi a melhor.
Sorri , vergonhosa.
- Vamos fazer um churrasco, o que acha de ir comemorar conosco.
- Por mim tudo bem.
A noite foi bem divertida, as gurias logo se ajeitaram com cada um do grupo, e ele não me deixava um segundo, eu bebia e me divertia muito. Ele foi ao banheiro e um amigo veio falar comigo.
- Voce esta namorando com ele?
-Não, somos amigos, eu acho, conheci La no concurso.
- Legal, vi que você canta muito bem.
- Não tão bem NE? Se não teria ganho o concurso.
Rimos, o primeiro voltou e ficamos conversando os três.
De repente ele me beijou, e o amigo também. Me vi beijando dois homens altos de 1,80, gostosos, sarados e bailarinos. Naquele momento não vi mais nada, onde as gurias se meteram, eu é quem queria meter.
Fomos para o quarto, eles foram tirando minha roupa, enquanto eu os beijava, sentia suas rolas duras sob a calça e só sentia desejo em chupá-las. Eles tiraram a roupa, me beijavam o corpo todo. Enquanto um me beijava o outro chupava minha bucetinha que já estava molhadinha.
Um se deitou e eu comecei a chupa-lo, eu estava de quatro e o outro chupava minha bucetinha gostosa, ate que ele me penetrou deliciosamente. Eu gozei, dois homens maravilhosos me fudendo, eles ficavam trocando entre si. Ate que os dois gozaram, um na minha boca e o outro na minha bunda. Que delicia.
Quando me dei conta não havia tirado o salto.
E um deles me disse:
O que mais me deu tesão foi te comer de salto, acredita?

terça-feira, 11 de julho de 2017

Como não dizer sim




Tres dias em porto alegre, tres dias de muito amor.... Amor nada, eh sexo mesmo.
Ele olhou dentro dos meus olho e me pediu em namoro.
Sorri.
Como? Moramos a 3 mil km de distancia, sem chance.
Mas ele continuou serio.
Eu espero o tempo que for preciso. Quero ficar com vc.
Então eu disse:
Me convença.
Ele me beijou, um beijo molhado, e enquanto me beijava deslizava sua mão pelo meu corpo. Me apertava contra seu corpo quente e forte. Fazia um frio de 8 graus, mas aquele homem era quente.
Tirou minha blusa e chupava meus seios. Eu tirei a camiseta dele pra sentir ainda mais aquele corpo quente em mim.
Eu beijava sua boca, pescoço, peitoral, barriga e percebi que seu pau trincava dentro da cueca. 
Não resisti.
Coloquei o bixo pra fora e cai de boca. 
Com minha lingua eu passava pela cabeça reluzente e com a minha mão eu acariciava aquele corpo maravilhoso.
Ele quis me puxar pra beija_lo mas eu disse não, quero que goze. Meia hora depois eu senti o leitinho quentinho na minha boca.
Ele foi se deitar, mas eu disse. Ainda não sei se quero namorar, não me convenceu.
Logo vi aquele pau subir novamente e ele me colocar de quatro na sua frente.  Me fudeu deliciosamente. A gente suava naquele frio. Não resisti e pedi.  Era o cheque mate.
Fode meu cuzinho? ??
Ahhhhhhh gozeiiii, vi estrelas....
Me desabei sobre a cama.
Ai ele disse
E ai?? 
Sim, eu aceito.
Achei o homem da minha vida.

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Novinha, primeira vez no motel

Hoje meu namorado quis me fazer uma surpresa, me levar a um lugar especial.
Eu nao me contentava de emoção, queria muito saber o que é, onde era. Ele me levou a um motel, tinhamos muito medo, por que só tenho 15 anos, e se a policia aparecesse?
Ao entrarmos no quarto, fechamos a porta, e ja fomos nos beijando e arrancando nossas roupas, ele me jogou em cima daquela cama redonda e macia, a gente se beijava, se acariciava, ele me beijava o corpo todo, até chegar na minha bucetinha, rosinha.
Ele me chupava deliciosamente e eu ia as estrelas com aquela lingua. Sentia multiplas sensações e viajava nelas. Ate que ele deitou por cima de mim e me fudeu deliciosamente. Aquele pau me fudia e eu gritava de prazer, não aguentava, o tesão que eu sentia era muito grande. Enquanto ele me penetrava, ele me beijava, beijava meu pescoço, meus peitos, me tocava. Eu me sentia uma mulher... linda e maravilhosa.
Ele gozou umas 3 vezes... e as nossas 3 horas juntos se acabaramm, por mim eu ficaria a noite inteira, mas o medo não parava de crescer por estarmos em um lugar proibido para menores.

Fomos pra casa, e ele me prometeu que quando eu fizesse 18 anos, faríamos uma pernoite. 

Quais produtos eróticos tenho mais curiosidade em conhecer?