Estávamos passeando eu e meu namorado, fomos acampar na beira do córrego. Era tão longe deixamos a moto na beira da estrada e seguimos a pé. Passamos por entre o arame farpado, e andamos mato a dentro. Parece que nunca iríamos chegar, de tão longe, andamos mais alguns quilômetros quando comecei a ouvir o barulho da água.
O córrego era lindo, ali mesmo nos alojamos, armamos a barraca e fomos pescar. Enquanto ele pegava na vara (de pescar) eu pensava:
- Que tédio!!
Logo cacei um jeito de fazer esse homem ficar doido. Enquanto ele pegava na vara (de pescar) eu comecei a pegar na vara dele. Acariciava por cima do short, e sentia ele crescer na minha mão. Mesmo assim ele continuou concentrado na pescaria.
Coloquei minha mão dentro do seu short, e ficava amassando aquele cacete gostoso. Ele continuou concentrado na pescaria. Pensei, agora vai ou racha. Coloquei seu cacete pra fora e comecei a chupar. Ele nao resistiu, perdeu o controle da situação e deixou a vara (de pescar) cair na água. Mas acho que ele nem percebeu.
Parou na minha frente e de jelhos o chupava cada vez mais gostoso sentindo aquele pau duro na minha boca, depois ele me deitou dentro da barraca, começou a me chupar, sua língua na minha bucetinha me fazia ir ao delirio, cada vez mais molhadinha eu ficava. Queria gritar, mas sou tímida e fiquei apenas sentindo aquela delícia.
Não aguentei mais e falei.
-Anda gostoso, mete esse pau na minha buceta.
Ele deitou em cima de mim e me penetrou deliciosamente. Eu ia ao delírio. Aquele cacete duro me fudendo e eu doida pra gritar loucamente, gozei, senti o pau dele todo melado. Ele gozou. Fiz questão de guardar a camisinha. Coloquei ela pendurada num galho de árvore.
Ele deu falta da vara ( de pescar), já mudei de assunto. Ainda pelada entrei na água e chamei.
- O que você acha de pescar uma piranha?
Na mesma hora vi seu cacete crescer novamente, ele não pensou duas vezes e entrou na água comigo. Poxa, meter na água é bom demais. Ele me segurou no seu colo e enquanto a água passava por nós, ele me fudia deliciosamente. Fiz uma loucura. Abaixei de baixo da água e o chupei. Ele foi ao delírio quando gozei e ele gozou de novo. Guardei a segunda camisinha.
Mas eu não cansei, queria mais, fomos no meio do pasto, tinha um gado pastando que não se incomodou com a nossa presença. Ali eu aproveitei o máximo que eu podia, estava escurecendo. Abaixei diante de um tronco que tinha ali no meio e fiquei de quatro.
- Agora pega sua vaca, meu boi.
Ele chegou com tudo. O cacete dele trincava dentro de mim. Com força ele me fudia, e eu segurando pra não gritar loucamente, estávamos em propriedades alheias e poderíamos nos comprometer. Mas que eu queria gritar, queria. Mordia a mão pra não cometer tal gafe. Já sentia minha bucetinha ardendo, deve ser por causa da camisinha, mas eu não queria parar.
Deitei no mato e ele deitou em cima de mim. O mato estava tão alto que se aparecesse alguém nem nos viria. Precisava gritar, cravei as unhas nas costas dele e os dentes no seu ombro. Gozei que espirrou, o pau dele melado ele gozou novamente. Guardei a terceira camisinha.
As três estavam penduradas na árvore. Tiramos uma foto para guardar de lembrança. E deixamos lá, para outras pessoas verem nossa lembrança. rsrssr
Ao chegar em casa seu pai perguntou cadê a vara (de pescar). Nem lembro o que ele respondeu. Sua mãe perguntou, cadê os peixes que ele pescou. Pensei logo. Ali tinha peixe não, só piranha. Ele me deixou em casa e foi caçar um jeito de explicar pro pai dele o que feito da vara (de pescar).
O córrego era lindo, ali mesmo nos alojamos, armamos a barraca e fomos pescar. Enquanto ele pegava na vara (de pescar) eu pensava:
- Que tédio!!
Logo cacei um jeito de fazer esse homem ficar doido. Enquanto ele pegava na vara (de pescar) eu comecei a pegar na vara dele. Acariciava por cima do short, e sentia ele crescer na minha mão. Mesmo assim ele continuou concentrado na pescaria.
Coloquei minha mão dentro do seu short, e ficava amassando aquele cacete gostoso. Ele continuou concentrado na pescaria. Pensei, agora vai ou racha. Coloquei seu cacete pra fora e comecei a chupar. Ele nao resistiu, perdeu o controle da situação e deixou a vara (de pescar) cair na água. Mas acho que ele nem percebeu.
Parou na minha frente e de jelhos o chupava cada vez mais gostoso sentindo aquele pau duro na minha boca, depois ele me deitou dentro da barraca, começou a me chupar, sua língua na minha bucetinha me fazia ir ao delirio, cada vez mais molhadinha eu ficava. Queria gritar, mas sou tímida e fiquei apenas sentindo aquela delícia.
Não aguentei mais e falei.
-Anda gostoso, mete esse pau na minha buceta.
Ele deitou em cima de mim e me penetrou deliciosamente. Eu ia ao delírio. Aquele cacete duro me fudendo e eu doida pra gritar loucamente, gozei, senti o pau dele todo melado. Ele gozou. Fiz questão de guardar a camisinha. Coloquei ela pendurada num galho de árvore.
Ele deu falta da vara ( de pescar), já mudei de assunto. Ainda pelada entrei na água e chamei.
- O que você acha de pescar uma piranha?
Na mesma hora vi seu cacete crescer novamente, ele não pensou duas vezes e entrou na água comigo. Poxa, meter na água é bom demais. Ele me segurou no seu colo e enquanto a água passava por nós, ele me fudia deliciosamente. Fiz uma loucura. Abaixei de baixo da água e o chupei. Ele foi ao delírio quando gozei e ele gozou de novo. Guardei a segunda camisinha.
Mas eu não cansei, queria mais, fomos no meio do pasto, tinha um gado pastando que não se incomodou com a nossa presença. Ali eu aproveitei o máximo que eu podia, estava escurecendo. Abaixei diante de um tronco que tinha ali no meio e fiquei de quatro.
- Agora pega sua vaca, meu boi.
Ele chegou com tudo. O cacete dele trincava dentro de mim. Com força ele me fudia, e eu segurando pra não gritar loucamente, estávamos em propriedades alheias e poderíamos nos comprometer. Mas que eu queria gritar, queria. Mordia a mão pra não cometer tal gafe. Já sentia minha bucetinha ardendo, deve ser por causa da camisinha, mas eu não queria parar.
Deitei no mato e ele deitou em cima de mim. O mato estava tão alto que se aparecesse alguém nem nos viria. Precisava gritar, cravei as unhas nas costas dele e os dentes no seu ombro. Gozei que espirrou, o pau dele melado ele gozou novamente. Guardei a terceira camisinha.
As três estavam penduradas na árvore. Tiramos uma foto para guardar de lembrança. E deixamos lá, para outras pessoas verem nossa lembrança. rsrssr
Ao chegar em casa seu pai perguntou cadê a vara (de pescar). Nem lembro o que ele respondeu. Sua mãe perguntou, cadê os peixes que ele pescou. Pensei logo. Ali tinha peixe não, só piranha. Ele me deixou em casa e foi caçar um jeito de explicar pro pai dele o que feito da vara (de pescar).

PERFEITO SÓ DE LER DA UM TESAO LOUCO IMAGINANDO A CENA PARABENS DELICIA DE CONTO
ResponderExcluirHummmm... top a história !
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