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quarta-feira, 31 de agosto de 2016
DE QUATRO NO LOTE
Eu e meu namorado gostávamos muito de sair, porem eu com meus 15 anos não tinha muita opção de lugares, a não ser pit dog, pracinha...
Geralmente ele chegava em casa as 19 horas,minha mãe sempre mandava meu irmão ir junto pra vigiar, mas meu namorado também era esperto. Deixava meu irmão em algum lugar tranqüilo, onde ele pudesse comer e ficar de boa e nós dávamos uma figidinha.
Andávamos de mãos dadas, como um casal de namorados normal, mas a minha cabeça fervia. Eu precisava dar uma, mas onde¿¿
Ele já estava percebendo o meu anseio. Pude perceber seu membro ereto sob a calça me querendo. Só faltava o lugar.
De repente ele me puxa pra dentro de um lote, ele estava murado, mas o mato estava bem alto. Me jogou na parede, baixou minha calça e começou a me chupar. Que delicia, que adrenalina.
E se aparecesse alguém¿ Ou a policia¿
Foda-se, abaixei e o chupei deliciosamente. Aquele pau crescia cada vez mais na minha boca, minha buceta ficava cada vez mais molhadinha. Não sabia dizer se era de tesão ou da adrenalina do local.
Ele ficou de pé, colocou a camisinha e me comeu ali mesmo. Que gostoso aquele pau monstruoso entrando dentro de mim. Eu gozava loucamente, queria gritar, mas tinha que me conter.
Fiquei de quatro e ele metia forte, eu mordia minha mão, morrendo de medo de fazer barulho e alguém nos ouvir. Ate que ele disse:
- Vou gozar!!
Tirou a camisinha e gozou na minha bunda. Adoro sentir essa porra quentinha. Ele limpou minha bunda com a barra da sua camiseta. Vesti as calças e saímos como se nada tivesse acontecido. Primeiro ele, depois eu.
Voltamos ate o local onde havíamos deixado meu irmão, pagamos a conta e fomos pra casa.
Que noite!!
A DEUSA DO SEXO
terça-feira, 16 de agosto de 2016
SEXO COM PLATEIA
Era domingo eu e meu namorado íamos passar o dia juntos, acordei cedo, tomei um banho gostoso, passei perfume, vesti minha melhor roupa e fui. Ao chegar na casa dele, ele já estava acordado sentado no sofá vendo TV. Sentei do seu lado e fomos ver juntos. Foda que ele estava vendo as noticias do futebol e eu queria outra coisa.
Comecei acariciar seu cacete por cima do short, quando ele começou a crescer coloquei a mão por dentro, fui chupar mas ele me impediu:
- Não amor, meu irmão está dormindo no quarto.
Mas eu não queria parar, e nem ele. Continuei e a coisa foi esquentando cada vez mais, chamei para irmos para o carro.
Deitamos os bancos, tiramos nossas roupas e continuei a chupar aquele pau maravilhoso, enquanto isso ele me tocava e eu ia molhando seus dedos, ele deitou por cima de mim e me penetrou deliciosamente, seu pau trincava dentro de mim e eu delirava de prazer.
Fiquei de quatro, ele me penetrava, me batia, metia forte, via os vidros do carro ficarem embaçados e gozava delirantemente. Suávamos loucamente. Ele penetrou meu cuzinho, e eu fui ao delírio. Sentir aquele pau gostoso era perfeito. O sol foi invadindo o carro nos fazendo suar ainda mais. Duas horas depois estávamos suados, acabados, gozados.
Percebemos que a porta da casa da avó estava aberta e a porta da cozinha também.Ele se preocupou.
- Nossa amor, meu irmão e minha avó devem ter visto!!
Abri um sorriso e disse:
- Desculpa amor... mas foi muuito bom!!!!
Tomamos banho, nos vestimos e fomos curtir esse domingo que seria só nosso.
terça-feira, 9 de agosto de 2016
SENTANDO A VARA
Estávamos passeando eu e meu namorado, fomos acampar na beira do córrego. Era tão longe deixamos a moto na beira da estrada e seguimos a pé. Passamos por entre o arame farpado, e andamos mato a dentro. Parece que nunca iríamos chegar, de tão longe, andamos mais alguns quilômetros quando comecei a ouvir o barulho da água.
O córrego era lindo, ali mesmo nos alojamos, armamos a barraca e fomos pescar. Enquanto ele pegava na vara (de pescar) eu pensava:
- Que tédio!!
Logo cacei um jeito de fazer esse homem ficar doido. Enquanto ele pegava na vara (de pescar) eu comecei a pegar na vara dele. Acariciava por cima do short, e sentia ele crescer na minha mão. Mesmo assim ele continuou concentrado na pescaria.
Coloquei minha mão dentro do seu short, e ficava amassando aquele cacete gostoso. Ele continuou concentrado na pescaria. Pensei, agora vai ou racha. Coloquei seu cacete pra fora e comecei a chupar. Ele nao resistiu, perdeu o controle da situação e deixou a vara (de pescar) cair na água. Mas acho que ele nem percebeu.
Parou na minha frente e de jelhos o chupava cada vez mais gostoso sentindo aquele pau duro na minha boca, depois ele me deitou dentro da barraca, começou a me chupar, sua língua na minha bucetinha me fazia ir ao delirio, cada vez mais molhadinha eu ficava. Queria gritar, mas sou tímida e fiquei apenas sentindo aquela delícia.
Não aguentei mais e falei.
-Anda gostoso, mete esse pau na minha buceta.
Ele deitou em cima de mim e me penetrou deliciosamente. Eu ia ao delírio. Aquele cacete duro me fudendo e eu doida pra gritar loucamente, gozei, senti o pau dele todo melado. Ele gozou. Fiz questão de guardar a camisinha. Coloquei ela pendurada num galho de árvore.
Ele deu falta da vara ( de pescar), já mudei de assunto. Ainda pelada entrei na água e chamei.
- O que você acha de pescar uma piranha?
Na mesma hora vi seu cacete crescer novamente, ele não pensou duas vezes e entrou na água comigo. Poxa, meter na água é bom demais. Ele me segurou no seu colo e enquanto a água passava por nós, ele me fudia deliciosamente. Fiz uma loucura. Abaixei de baixo da água e o chupei. Ele foi ao delírio quando gozei e ele gozou de novo. Guardei a segunda camisinha.
Mas eu não cansei, queria mais, fomos no meio do pasto, tinha um gado pastando que não se incomodou com a nossa presença. Ali eu aproveitei o máximo que eu podia, estava escurecendo. Abaixei diante de um tronco que tinha ali no meio e fiquei de quatro.
- Agora pega sua vaca, meu boi.
Ele chegou com tudo. O cacete dele trincava dentro de mim. Com força ele me fudia, e eu segurando pra não gritar loucamente, estávamos em propriedades alheias e poderíamos nos comprometer. Mas que eu queria gritar, queria. Mordia a mão pra não cometer tal gafe. Já sentia minha bucetinha ardendo, deve ser por causa da camisinha, mas eu não queria parar.
Deitei no mato e ele deitou em cima de mim. O mato estava tão alto que se aparecesse alguém nem nos viria. Precisava gritar, cravei as unhas nas costas dele e os dentes no seu ombro. Gozei que espirrou, o pau dele melado ele gozou novamente. Guardei a terceira camisinha.
As três estavam penduradas na árvore. Tiramos uma foto para guardar de lembrança. E deixamos lá, para outras pessoas verem nossa lembrança. rsrssr
Ao chegar em casa seu pai perguntou cadê a vara (de pescar). Nem lembro o que ele respondeu. Sua mãe perguntou, cadê os peixes que ele pescou. Pensei logo. Ali tinha peixe não, só piranha. Ele me deixou em casa e foi caçar um jeito de explicar pro pai dele o que feito da vara (de pescar).
O córrego era lindo, ali mesmo nos alojamos, armamos a barraca e fomos pescar. Enquanto ele pegava na vara (de pescar) eu pensava:
- Que tédio!!
Logo cacei um jeito de fazer esse homem ficar doido. Enquanto ele pegava na vara (de pescar) eu comecei a pegar na vara dele. Acariciava por cima do short, e sentia ele crescer na minha mão. Mesmo assim ele continuou concentrado na pescaria.
Coloquei minha mão dentro do seu short, e ficava amassando aquele cacete gostoso. Ele continuou concentrado na pescaria. Pensei, agora vai ou racha. Coloquei seu cacete pra fora e comecei a chupar. Ele nao resistiu, perdeu o controle da situação e deixou a vara (de pescar) cair na água. Mas acho que ele nem percebeu.
Parou na minha frente e de jelhos o chupava cada vez mais gostoso sentindo aquele pau duro na minha boca, depois ele me deitou dentro da barraca, começou a me chupar, sua língua na minha bucetinha me fazia ir ao delirio, cada vez mais molhadinha eu ficava. Queria gritar, mas sou tímida e fiquei apenas sentindo aquela delícia.
Não aguentei mais e falei.
-Anda gostoso, mete esse pau na minha buceta.
Ele deitou em cima de mim e me penetrou deliciosamente. Eu ia ao delírio. Aquele cacete duro me fudendo e eu doida pra gritar loucamente, gozei, senti o pau dele todo melado. Ele gozou. Fiz questão de guardar a camisinha. Coloquei ela pendurada num galho de árvore.
Ele deu falta da vara ( de pescar), já mudei de assunto. Ainda pelada entrei na água e chamei.
- O que você acha de pescar uma piranha?
Na mesma hora vi seu cacete crescer novamente, ele não pensou duas vezes e entrou na água comigo. Poxa, meter na água é bom demais. Ele me segurou no seu colo e enquanto a água passava por nós, ele me fudia deliciosamente. Fiz uma loucura. Abaixei de baixo da água e o chupei. Ele foi ao delírio quando gozei e ele gozou de novo. Guardei a segunda camisinha.
Mas eu não cansei, queria mais, fomos no meio do pasto, tinha um gado pastando que não se incomodou com a nossa presença. Ali eu aproveitei o máximo que eu podia, estava escurecendo. Abaixei diante de um tronco que tinha ali no meio e fiquei de quatro.
- Agora pega sua vaca, meu boi.
Ele chegou com tudo. O cacete dele trincava dentro de mim. Com força ele me fudia, e eu segurando pra não gritar loucamente, estávamos em propriedades alheias e poderíamos nos comprometer. Mas que eu queria gritar, queria. Mordia a mão pra não cometer tal gafe. Já sentia minha bucetinha ardendo, deve ser por causa da camisinha, mas eu não queria parar.
Deitei no mato e ele deitou em cima de mim. O mato estava tão alto que se aparecesse alguém nem nos viria. Precisava gritar, cravei as unhas nas costas dele e os dentes no seu ombro. Gozei que espirrou, o pau dele melado ele gozou novamente. Guardei a terceira camisinha.
As três estavam penduradas na árvore. Tiramos uma foto para guardar de lembrança. E deixamos lá, para outras pessoas verem nossa lembrança. rsrssr
Ao chegar em casa seu pai perguntou cadê a vara (de pescar). Nem lembro o que ele respondeu. Sua mãe perguntou, cadê os peixes que ele pescou. Pensei logo. Ali tinha peixe não, só piranha. Ele me deixou em casa e foi caçar um jeito de explicar pro pai dele o que feito da vara (de pescar).
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