terça-feira, 26 de julho de 2016

Sexo no Mato










Fim de semana, aniversário do sogro, eu não estava animada. 
- Amor, você quer que eu vá mesmo?
- Claro, faço questão. 
Fomos, o dia foi divertido, ele é muito brincalhão, contamos piadas e mentiras, bebemos muita cerveja, comemos carne assada, só faltou um truco pro dia ficar perfeito. Meu namorado sabe que quando bebo fujo do controle. Estava quente, e cada vez que o via, me dava mais vontade de pegar ele de jeito. Ou que ele me pegasse de jeito. 
A ordem dos tratores nao altera o viadulto. 
A noite caia e meu tesão crescia. Será que não ia rolar, estava cheio de gente ali, meu sogro, os amigos, festa nas fazendas vizinhas. Até que veio o convite. 
- Vamos ali conhecer o córrego.
Agora sim, pensei, vai rolar. Descemos e a única coisa que eu conseguia fazer era procurar um lugar pra dar bem gostoso. Mas pra todo lado que olhávamos tinha gente, era iluminado. Voltamos, eu já estava desanimando, quando no meio do caminho algumas árvores, e um breu. Pensei, é aqui mesmo. E pedi:
- Só uma chupadinha amor!!
Comecei, ele ficou louco, ele gemia alto. Eu ficava com medo que alguém visse. Tinha uma casa muito próxima, e se alguém saísse dali e nos desse um tiro. Mas tava muito bom. Falei. 
- Melhor parar amor, vai que aparece alguém. 
Acho que ele não ouviu. Abaixou meu short e me fudeu gostoso, eu me apoiava na pilastra que segurava o arame farpado. De repente, eu nao pensei em mais nada, foda-se se aparecesse alguém. 
Ele tirou a roupa.
- Amor você é louco? E se aparecer alguém?
- Gostoso é assim mesmo. 
E levantou minha blusa, desabotoou meu sutiã e começou a chupar meu peitos, que delícia. Eu queria passar a noite alí. Tava tudo muito perfeito. 
Ele me virou de quatro e metia forte. Eu gritava, ele tampava minha boca. Eu ia ao delírio. Acho que agora ele sacou que alguém poderia ouvir. Mas eu já estava fora de mim. Puxava meu cabelo e eu não sabia mais o que fazer. 
Em meio aos delírios intensos, ele penetrou no meu cuzinho. Ahhh..... gritei, mas ele me impediu com um beijo. Que delicia. Gozei deliciosamente. Minhas pernas tremiam. Mal conseguia permanecer em pé. 
Ao ver seu pau melado ele disse: 
- Minha puta safada!!
E me deu um tapa gostoso na bunda. Gozei de novo. Acho que hoje eu morreria de tesão. 
Ele metia forte e eu gritava, ele me virou de frente, meteu na minha bucetinha molhadinha lambuzada, gozada e deliciada. E gozou. Me chamando de sua gostosa. 
Fui ao delirio, custei conseguir vestir minha roupa. 
Voltamos pra casa, estava exausta. Mas inda fomos tomar cerveja, e contar piadas e mentiras. Quando percebemos que meu sogro estava fora de si, fomos dormir. 
Os amigos do meu sogro se distribuiram na cozinha e sala. Eu e meu namorado dormimos no colchão no chão e meu sogro na cama do quarto. Apagamos. Até que meu sogro começou e roncar.Não dormimos mais. Comecei a chupar meu namorado, ele preocupado com meu sogro me chamou para o carro.
Lá eu o chupei e ele deitou o banco, fudemos deliciosamente. Me pegando de quatro, meu chamou de sua putinha safada, gozei na hora, ele meteu no meu cuzinho e gozei de novo. Meia hora depois, ele gozou no meu cuzinho e eu apaguei. Estava destruída. Apagamos ali mesmo, acordamos pelados com o sol entrando pela janela do carro, eram 6:30. Voltamos de mansinho para o quarto, dormimos até 7 horas. Quando os amigos acordaram, junto ao meu sogro e já engataram na cerveja denovo.
Não coseguiamos mais dormir. Levantamos fomos beber e comer asinha de frango assada. A 10 horas não nos aguentavamos em pé. Fomos pra casa e desmaiamos.

A DEUSA DO SEXO

quarta-feira, 20 de julho de 2016

MINHA PRIMEIRA VEZ


Chegou as férias, viajamos para a casa dos meus tios na fazenda. 
Eu com meus 15 anos, chegamos a noite tudo escuro, lá não tinha energia elétrica, era tudo na lamparina, lá dormíamos cedo, diziam que dormíamos com as galinhas, e também acordávamos com elas.Meu tio já tinha apartado as vacas e as ordenhando para o café da manhã. Logo ele ia trabalhar na lavoura e nós mulheres cuidávamos dos afazeres de casa para a tarde irmos a cachoeira, e no almoço, comíamos o melhor almoço do mundo, era carne de um porco que meu tio matou dias antes de chegarmos. Depois do almoço como na cidade batia um sono e eu dormia na cama do meu tio, enquanto ele voltava para a lavoura terminar o serviço. Todos os dias era assim, os 30 dias, até o fim das férias.
Mas naquele dia foi diferente, meu tio não foi trabalhar. Eu estava no meu sono de beleza quando ele veio e deitou na cama comigo, na mesma hora eu me levantei, mas ele disse que eu podia ficar. Mal sabia que naquele dia conheceria o caminho da felicidade.
Ele começou a me fazer carinhos. Acariciava meu corpo, minha petequinha, tão pequenina, que nunca havia sido tocada. Puxa, não sei o que aconteceu, parece que fiz xixi, que estranho. Ele se levantou e foi para a lavoura.
Não parei de pensar no que aconteceu. Será que eu contava pra alguém?
No dia seguinte depois do almoço segui o mesmo ritual, mas dessa vez eu esperava que ele viesse. E ele veio, o carinho dele era tão bom. Mas dessa vez ele foi mais alem, ele colocou o dedo dentro de mim, no começo doeu um pouco sangrou, mas foi bom. Eu queria mais. Mas ele se foi.
Pensei nisso o dia todo, não sabia o que estava acontecendo comigo, com a gente, entre eu e ele. E se minha mãe soubesse, minha tia? O que seria de mim?
A noite, ele me chamou até a sala para ver as estrelas pela janela, quando todos foram dormir, ele começou a me dar carinhos novamente e quando me dei conta, ele estava me chupando, que sensação gostosa.Fomos dormir. Ele foi. Eu não conseguia dormir. Eu queria entender.
No dia seguinte, ele me chamou para ir para a lavoura com ele, e fui. Lá tinha uma casinha de palha, e uma cama também de palha. Ali ele me deitou, me acariciou, me deixou pelada, e me beijou toda, até que ele me penetrou, doeu um pouco, mas depois foi ficando tão bom, brincamos daquilo o dia todo e todos os dias.
Uma noite meu tio foi ao chiqueiro dos porcos, ele me colocou sobre a cerca de madeira e brincamos ali mesmo. Eu estava tão feliz, precisava contar pra alguém, mas ele disse que minha mãe, minha tia e minhas primas não poderiam saber. Esse é o nosso segredo. Que guardei até hoje.
O mês acabou, voltei para a cidade e a vida chata e monótona que eu tinha.


A DEUSA DO SEXO

terça-feira, 12 de julho de 2016

O SUOR DELE













Eu nao aguentava mais, meu coração dilacerado não parava de pensar naquele insensivel e mal carater. Eu queria sumir, precisava conhecer outras pessoas, me desapegar. Essa é a regra do seculo, desapegar. Mas hoje em dia esta tudo tao dificil, trabalho, faculdade, familia, responsabilidades. O jeito é criar um perfil em site de relacionamento.
Comecei a ocupar minha cabeça, eu pensava nele bem menos, cada vez menos. Trocava whats, de repente me vi conversando com umas 10 pessoas. Mas um deles me chama a atenção. Simpatico, educado. Mas sempre que conversavamos ele me parecia que nao tinha um emprego. Conversavamos um dia, ficavamos alguns dias sem se falar, e depois ele me chamava de novo. Marcamos de sair.
Nao deu certo. Pensei que ele nunca me procuraria novamente. Me enganei, cada dia mais atencioso, carinhoso, prestativo. Mas o outro, o maldito, ainda passeava entre os meus pensamentos e devaneios. Resolvi mudar de ares. Avisei a todos os 10 que viajaria por uns dias. Todos se afastaram de mim, menos ele.
Falava comigo o tempo todo, o dia inteiro, durante toda a viagem. Foi me dando um desejo de ve-lo, conhece-lo, estar com ele. Nao sei por que, mas comecei a me sentir importante com aquele cara.
Um telefonema, um desastre, tive que voltar as pressas. Mas ao chegar em casa nao era nada grave. Mas agora tambem nao tinha mais nada pra fazer, a nao ser conversar com aquele ser. Ate que resolvemos sair, de novo, mas dessa vez deu certo.
Ao nos encontrarmos ele me olhou dos pés a cabeça, me senti a mulher mais linda do mundo, fomos a um bar, conversamos, nos divertimos e eu bebi muito, ele ficou só na agua. O papo era bem saudavel, e ele só me olhava, nao me beijava, nao me acariciava, apesar de querer muito,gostei do respeito.
Falei que queria ir embora, eu nao estava bem, fui dormir na casa dele, pensei que só dormiriamos, ja que me respeitou no bar. Mas para a minha alegria, isso nao aconteceu.
Sentei no sofá, e ele começou a me beijar, que beijo gostoso. Suas mãos apalpavam meu corpo, um tesao crescia, o fogo aumentava e eu ja podia ver seu membro ereto sob a calça.
Me vi somente de calcinha e sua boca deslizando pelo meu corpo, até que ele me pegou no colo e levou para o quarto. Lá, colocou minha calcinha de ladinho e com sua linha chupou meu clitoris de forma inexplicavel, eu só conseguia pensar, "promete que me fará isso sempre?", até acho que lhe disse isso mesmo.
Meu sangue fervia, meu corpo esquentava, tirei sua roupa e coloque todo o seu pau na minha boca, que pau gostoso, que delicia, que prazer magnifico que sentia naquele momento. Brincamos num 69, cara, por mim ficaria ali a noite toda.
Me deitei e ele me penetrou com muito carinho a principio, que gostoso, era tanto tesao que eu achava que ia explodir. Quando penetrava forte eu nao aguentava e gritava loucamente, de quatro ele me penetrava enquanto puxava meu cabelo, mas eu dizia nao, mesmo adorando.
Enquando ele me penetrava eu me tocava e gritava cada vez mais alto, se aquele fosse o ultimo dia da minha vida eu morreria feliz. Gozeeeeeiiiiiiiiii, melei o pau dele todo, e ele gostou. Eu amei aquele corpo, o beijava todo enquanto ele me penetrava, e ele depois de uns 40 minutos de muito tesao gozou loucamente, colocando toda a sua essencia no meu corpo. Quanta loucura, quanto tesao, nao paramos por ai, eu queria mais.
Ele me chupava, me penetrava de lado enquanto eu me tocava, eu gritava, só parava quando ele me beijava. Na minha cabeça passava, por que ele escondeu o jogo la no bar, se tivesse me beijado la, eu iria marturbá-lo lá mesmo, e voltaria pra casa o chupando no carro, começariamos a transar mesmo dentro do carro. Pra que tanto respeito?
Mas a ultima coisa que queria naquele momento era respeito.
Duas horas se passaram e ele gozou pela segunda vez. Desmaiamos. ,morremos. Estavamos acabados, destruidos, gozados, exaltados.
Uma hora depois acordo com umas maos me acariciando, uma lingua gostosa no meu clitoris e eu indo ao delirio novamente. Nossa esse cara nao cansa? Ainda bem
Que deliciaaa sentir esse homem suado em cima de mim, estavamos suados, grudados, só o cheiro de orgia, tesao, loucura. Aquele quarto deveria ser detetizado, quem entrasse ali acharia que tiveram 10 pessaos se comendo. Mas nao. Aquele homem valia por dez, mas eramos dois. Dois corpos maravilhosos se fudendo deliciosamente.
Meia hora depois eu gozei, não resisti quando ele colocou o dedo no meu cuzinho, gozei na hora. Não resisti. E ele ainda continuou, eu estava exausta, mas era perfeito. Eu nao iria pedir pra parar, e se eu nunca mais o visse? Nao, iria morrer ali mas nao pararia. Ele gozou.
Fomos ao banho, ja era manha. E fui para casa. Ele me pediu pra ficar. Mas preferi ir embora, e fui. Para a minha surpresa ele me ligou assim que cheguei em casa, pensei, ainda terei outros momentos como esse. Adoooroooo!!

A DEUSA DO SEXO 

quinta-feira, 7 de julho de 2016

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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Meu primeiro conto erótico

Estava eu andando pela faculdade, ano de 2017,dei de cara com um ser estranho,mas que me era tão comum. O vi passando com seu sorriso largo, dentes grandes, cigarro entre os dedos, cabelos encaracolados, pele morena, lábios carnudos,voz grossa, aproximadamente 1,73 de altura. 
Aquela voz eu já ouvi, fitei meu olhar e fiquei o encarando, deixei Turner um pouco de lado para olhar esse outro ser que adentrava o recinto.
Ele conversava alto, entre sorrisos e gargalhadas, aquela voz, aquele sorriso – aos poucos dava uma tragada no cigarro. Não sei bem o que ele conversava, mas assunto tinha haver com política. Bem se via que era um ser militante, vestido no seu casaco preto e com cara de mau.
Ele conversava com um rapaz também magro, alto, 1,78 de altura, cabelos longos, que também ria, mas um pouco mais metódico.
Observei essa cena por instantes e me lembrei da nossa ultima vez, nosso corpo entrelaçado um no outro, não havia separação, nossos lábios se uniam, salivávamos de prazer, gozávamos pela boca. Seu membro ereto invadia meu corpo, me causando um frio na espinha, e um prazer fora do comum. Seu corpo no meu corpo, sua pede na minha pele, nós juntos nos tornando um só, e juntos nos tornamos um lugar, um recinto. Somos além daquilo que somos e sentimos, seu cheiro, nosso cheiro, já não havia mais distinção de cheiros, tínhamos o mesmo cheiro.Sua força ao me penetrar, me fazia chegar ao ápice, suas mãos ao me tocar, sua boca ao tocar, beijar, morder meu corpo. Cada sensação ali, me levava alem das paredes daquele quarto, grito, grito baixo, meu lado racional me impedia de explodir. E quando me sinto extasiada, completa, você goza e joga pra dentro de mim toda a sua essência. Minha respiração ainda ofegante, meu corpo pede mais, você se desaba em cima de mim. O mundo pode acabar, tudo pode acabar. Cheguei ao meu fim,. Alcancei o que almejo.
De repente percebi ele passando ao meu lado, senti o seu cheiro, aquele cheiro, o mesmo, é ele mesmo, não me conheceu ou reconheceu. Volto ao meu texto, aos devaneios de uma alma sedenta, sedenta de que? Não sei ao certo explicar...


A Deusa do Sexo 

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